O BLOG AGORA É .COM.BR!

Você, caro visitante, que chegou aqui agora, você, leitor assíduo, coisinha fofa… ESTOURE O CHAMPANHEEEEE!!!

MUDAMOOOSSS!!!

O nosso queridíssimo Hipervitaminose já está em uma nova casa, agora, .com.br!!!!

Visite o nosso espaço, faça seus comentários todoooss por lá, porque por aqui agora nada mais tá valendo!!! Provavelmente assim que a migração de conteúdo estiver completa e sem falhas, esse espacinho aqui não existirá mais!

AAAAAAAAAAAAAHHHHHHH!!! Mas não fique triste! Mudamos para melhor! ( e desculpem possíveis falhas…)

CORRE LÁ!!

WWW.HIPERVITAMINOSE.COM.BR

o filho alheio.

Boa tarde, Ericka, tudo bem?

Creio que meu caso é o mais complicado de todos que você já deve ter recebido por aqui. Tenho 26 anos, moro em Maringá, Paraná, e namorei por 6 anos o homem que pensei ser o amor da minha vida. Ele terminou o relacionamento comigo há 10 meses e,3 meses depois que estávamos separados comecei a sair com um colega de trabalho que sempre pareceu se interessar por mim. Não sou uma irresponsável, sempre tomei todas as medidas necessárias para evitar uma possível gravidez, mas descobri, há exatos 2 meses, que estava grávida desse relacionamento posterior ao meu longo namoro. Minha família está super envergonhada e a notícia não foi nada bem recebida. Pra completar o drama todo, o “colega de trabalho” (vamos chamá-lo assim…) e agora pai, não quer assumir o filho. Disse que tudo aconteceu muito rápido, que não tem certeza daquilo que quer, que eu que me vire sozinha. Estou desesperada.

Meu namorado de 6 anos, obviamente, soube de toda essa situação, e  propôs reatar nosso antigo relacionamento, assumir o filho e me ajudar a enfrentar essa barra, mas não acho justo. Em primeiro lugar porque, segundo ele, não havia mais sentimento que o prendesse a mim e porque depois de tudo acabado, eu mesma comecei a perceber que ele tinha razão, que estávamos empurrando o namoro com a barriga por puro hábito e costume de estarmos lá, um com o outro.

O que fazer? Embarco nessa nova chance, formo uma família, dou um nome para o meu filho, ou permaneço sozinha? Me ajude por favor.

Beijo grande, aguardo ansiosamente!

*****

Oi, xuxu!

Quando você começou a escrever o e-mail, não imaginei que a situação fosse REALMENTE complicada. Todos os problemas quando estão acontecendo na nossa vida tendem a parecer os mais complexos do mundo e a maior parte dos e-mails que chegam aqui no Consultório já começam falando do quão difícil é a situação e tudo mais…Mas, de fato, falar de filhos, antigos relacionamentos… É mesmo delicado e envolve muitos sentimentos. Vamos ver no que eu posso ser útil!

Em primeiro lugar, não posso julgar se você foi ou não irresponsável. Conheço muitas mulheres que sempre se cuidaram para evitar gravidez  e, ainda assim, num lapso, estavam lá, esperando um filho por algum comportamento impulsivo… Enfim, os porquês de você ter engravidado nesse curto relacionamento e não no outro não competem a mim, o negócio agora é lidar com a situação.

Filho, você já sabe, é pra vida inteira. É responsabilidade, é gasto, é educação… E ter uma família, não seria ruim. Deve ser exatamente por isso que você cogitou unir-se novamente ao seu antigo namorado que esteve presente por tantos anos e tentar formar, enfim, uma família. Eu acho complicado. Na verdade, as duas situações são. Se vocês terminaram o relacionamento em comum acordo, se respeitam, são amigos e não existe mais nada além de uma enorme consideração, vale a pena tentar um envolvimento? Quais as chances desse namoro suportar todas as dificuldades que estão por vir sem nenhum sentimento? Você acha que as coisas podem voltar a ser boas como foram um dia? Pode voltar a existir algum sentimento? Essas são questões que só você pode colocar na balança, não tenho como opinar. Só acho que ficar juntos apenas por compaixão, não funciona. Quer dizer, ATÉ funciona. Mas pode deixar ambos muito infelizes, presos a um compromisso inventado e que não necessariamente é a melhor solução. Você é jovem vai ter ainda muitas oportunidades de conhecer alguém que te ame, respeite e que aceite conviver com essa criança que está por vir. Parece impossível, desesperador, coisa de filme… Mas a vida tem dessas, acontece. É um risco, mas creio que essa seja a solução mais prudente no seu caso. Será que fui útil?

Num existe uma única resposta pro seu problema, aliás, pra nenhum problema!! Tentei te aconselhar ao máximo da forma que eu agiria se estivesse no seu lugar, te desejo toda sorte e força possível! E se precisar, estamos ai!

Um beijão! E me mande fotos do neném! =]

Ericka.

*****

Quer participar do Consultório? Envie seu e-mail para hipervitaminose.blog@gmail.com e saiba minha opinião sobre seu causo… Num dói, não! Eu garanto! =]

 

harém.

Acho que os homens podem ter quantas mulheres desejarem ter. E, as mulheres, quantos homens parecerem interessantes. Acho isso de verdade.

Mas daí, se alguém disser que é verdadeiramente feliz num relacionamento de 25 anos, com 3 filhos, mantendo 7 amantes, é mentira. O cafajeste  e a vagabunda, na minha opinião, são as pessoas mais sozinhas do mundo, mais indecisas. Não conseguem encontrar para si uma única pessoa que as faça completamente felizes, vivem de pedaços.  Acho juvenil e triste homem dizer por aí que trair é normal e que faz parte da natureza dos seres humanos. Que faz parte dos nossos instintos é um fato, mas da parte nociva deles.

Quando eu falo de juventude, não me refiro à idade. Vi homens e mulheres dos 14 aos 65 anos terem exatamente as mesmas ações, opiniões e posturas. Cometendo os mesmos erros. Quem não tem o hábito de se envolver em profundidade com alguém não adquire maturidade para se envolver nunca. É um círculo vicioso.

Se manter uma pessoa já é complicado, imaginem administrar várias, fazer todas felizes, estar presente em mais de uma família, diferentes vidas, umas mais que as outras, claro, mas várias, cada final de semana em uma. Você vive o melhor de todos os mundos e não conta integralmente com ninguém, até porque, morre de medo disso. Quem conta com uma única pessoa corre o risco de ficar sozinho e de sofrer terrivelmente depois. Todo mundo sabe como dor de abandono é ruim.  Mas quem perde a capacidade de ter uma só um, que nem os pinguins, acostuma-se a ser sozinho. Sem ninguém.

Há quem diga e prefira viver dessa forma. Se desliga dos amigos do trabalho, se desliga dos amigos de infância, se desliga de qualquer forma de convívio que proporcione algum laço afetivo. Sem dependências, no strings attached.  Não tem gato, nem cachorro pra poder viajar e sair de casa a hora que quiser, que dirá homem ou mulher pra enxer o saco. E como desde os 14 anos tinha esse senso de independência altamente desenvolvido, ganhou seu próprio dinheiro, comprou sua própria casa, seu carro, visita a família por obrigação apenas uma vez por mês e acha isso ótimo. Odeia ter obrigações com alguém além daquelas que a própria vida impõem, é muito mais simples.

Mais dia vai, dia vem, vem a doença. Os dias de chuva, de tédio e a velhice. E foram tantos os casos do acaso, tantos rolos, que as pessoas deixaram de acreditar que ele (ou ela) pudessem mudar. Somos tontos até certo ponto, mas, uma hora, a gente quer mesmo é ser feliz. O dono do harém dos anos 90, é um cara satisfeito, sem dúvida. Mas o amor de fato, nunca sequer soube como é.  Mesmo que  insista em dizer para todos os amigos que melhor mesmo é não ter ninguém pra chamar de seu.

Tomem cuidado com a liberdade: até ela em excesso, faz mal.

Do jeito que o povo gosta! – V02 – Superando o pé na bunda.

Dando continuidade a seção que eu inaugurei aqui no blog semana passada,  resolvi falar de música.

Você, mulher apaixonada desse Brasil, sempre  lembra daquele bofe que conheceu na praia no final de semana (ou no shopping, ou no campo…) quando toca uma baladinha romântica, não é? Pois bem. Pra superar o fim do amor, a gente também tem trilha sonora, (in)felizmente. Ou pra te deixar mais na fossa, cortar os pulsos e pular da ponte ou pra superar de vez o babaca infeliz que talvez nem mereça suas lágrimas recomendo o novo CD da Sara Bareilles, aquela lá que cantava “Love Song“, lembrou? Que já teve música até nas novelas da Globo, lembrou? Do Damião em “A Favorita?” Pois é, gente.

Como aqui eu posso recomendar o que quiser para as mais diversas situações, o albúm Kaleidoscope Heart da Sarinha é SUCESSO, principalmente para dar aquela volta por cima no quesito “pé na bunda”. Ela, que já foi tão mais romantiquinha em outras épocas, tá arrasando no repertório das músicas estilo “sou mais eu”, vale muito a pena!

Entre as minhas preferidas estão “King of Anything”, do vídeo aqui de cima e “Gonna Get Over You” , que já diz muita coisa só no título.

Além das letras serem realmente libertadoras o ritmo é uma delícia de ser escutado e parece que quando colocamos o fone no ouvido somos diretamente levados a um filme de comédica romântica! Eu adoro esse estilo, aprovo, e recomendo, fica a dica para todos vocês!

Ps.: O Youtube não anda deixando eu incorporar nenhum vídeo no blog e obriga todos os usuários a assistir por lá… Sorry!

até o fim.

Se um dia o outro tiver a coragem de declarar num relacionamento que o amor acabou, páre de insistir. Não existe nada mais triste do que amar sozinho. Falo isso porque o fim de um romance não acontece assim, de imediato, há toda uma sequêmcia de sinais. Podem dizer que nós mulheres somos todas umas neuróticas, mas também somos bastante sensíveis ao que nos acontece. A gente sempre sabe quando algo não está bem, mas talvez por autodefesa, pra não doer mesmo, deixa pra lá.

De primeiro há um desinteresse súbito. Vocês não passam mais nenhum tempo sozinhos, não dão quase mais nenhum beijo na boca, o sexo fica esporádico e previsível. Quase não combinam de se encontrar e levam vidas cada dia mais independentes, ele com a turma do trabalho, você com as amigas de escola. Ele não te liga, não reclama da saia curta e da maquiagem que sempre reclamou, não elogia o vestido que antes chamava atenção. Na hora de dormir, não deseja boa noite, não se acomoda mais juntinho na cama mesmo num calor de 40 graus. Aliás, essa pra mim é uma das maiores evidências do amor verdadeiro: se aninhar em pleno verão.

Aí vem a segunda fase. Ele esconde o celular, muda a senha do e-mail, nunca abre o MSN. Mesmo que nada tenha sido concretizado ele tem lá, uma lista  mental (e física) de possíveis pretendentes e como tudo não anda lá essas coisas, ele evita gerar discussões. Porque se a Camila, a Priscila, a Kátia ou a Jennifer mandarem um SMS ele vai ter que se explicar. E daí, talvez admitir, que anda achando a vida fora do relacionamento muito mais interessante, que eles já não conversam mais nada de útil, que ela já não faz mais ele rir. Nesse ponto as coisas já terminaram faz muito, muito tempo. Há quem perceba e tente voltar atrás.  Mas, geralmente, elas dão um chilique. Um chilique dos bravos. Reclamam, cobram, exigem uma nova postura. Eles, ignoram. Não existe mais nova postura sem existir amor. Mas é difícil admitir para com quem viveu e planejou tanta coisa que nada mais vai dar certo, que não tem mais como continuar. Daí, quando falta coragem, a situação é levada com a barriga. Pode ser que haja traições, derramemento de sangue, crime passional e muitas, muitas lágrimas. É exatamente desse jeito que um amor termina e todo mundo sabe.

Só gostaria de dizer que, desde o início do fim, para que as coisas não acabem tão terríveis, alguém deve tomar a inciativa de manter alguma paixão acesa. Que mude, aja, converse enquanto é tempo, enquanto ainda há respeito e vontade para sermos ouvidos. Que ouse tentar. Se não, se as coisas caminharem para o mal, é melhor abrir mão. Termine você o relacionamento, seja você o primeiro a dizer que está infeliz.  Essa atitude vai ser tão intrigante para o outro que, na maioria dos casos, o dispensado faz de tudo para ter tudo que tinha, de volta. Para reconquistar. Reconhece erros, descasos, fracassos, tenta mudar. E, finalmente, se houver uma pontinha de amor, vai lutar para reavê-lo. Nós gostamos de quem sabe que é um partidão e que confia tanto, mas tanto em si que prefere ser sozinho a ser a opção mais fácil para o outro, pode reparar.

A cabeça dos seres humanos é realmente muito complicada.

#juicyday – o primeiro de muitos encontros caiçaras!

Hoje vou abrir uma exceção aqui no blog e misturar alhos com bugalhos postando sobre relacionamentos (só mais tarde, tá?) e sobre o meu dia incrível de sábado…. Falar de coisa bonita, coisa boa, gente bacana, fashion, contente e inteligente… Gente CAIÇARA, que mora aqui do ladinho de casa e que agora mora também do lado esquerdo do peito… =]

QUEM DISSE QUE PRA FAZER BLOG TEM QUE SER MENINA MOÇA DA CAPITAL? ORAAAAA, ESSA!

O Juicy Santos é um blog novo que completou agorinha seu primeiro mês de vida (obrigada @tayxoca e @flaviapaulino!) e que está reunindo com muita eficiência tudo de melhor que existe pela Baixada Santista, sem deixar, é claro, de falar sobre os nosso querido e importantíssimo mundo virtual! Não imaginava que aqui pela minha terrinha existissem tantas meninas antenadas, cheias de dicas e coisas divertidas pra postar!

Todo mundo junto posando pra foto! #juicyday

O #Juicyday (hashtag que eu tanto twittei ontem…) foi um encontrinho de blogueiras organizado pela Flávia, pela Ludmila e pela Nathália, responsáveis pelo blog, com o intuito de reunir as forças do litoral contra o baixo astral, falar um pouco sobre moda, gostos, universo blogueiro, nerdices, gatos, fotos… Com uma palestra incrível da consultora de moda Erica Minchin e com direito a muitos quitutes e brindes, CLARO! Aliás, entre os presentinhos clutchs LINDAS, cedidas com muito amor e carinho pela Solla Maria!

Gordices especialmente preparadas pra ocasião

Lá tive a oportunidade de encontrar muitas das meninas que só conhecia de navegar de blog em blog e não fazia a menor IDÉIA de que eram santistas! E também foi uma surpresa saber sobre tantos outros universos, cores, e sentar lado a lado com gente que partilha do gosto e dos dessabores desse mundo virtual!

@nanikitty, eu, @tayxoca, @temqueservogue e @camila_m!

Não consegui pegar o contato de todo mundo que gostaria, mas espero que a gente se esbarre aos pouquinhos por esse mundinho de meu Deus… Mas, agora, ONLINE!

Mais blogueiras fofas, descoladas, divertidas… Val, Mari, Grazi, Rô, Marcela, Camila, Tay… MUITA MULHER JUNTA!

Obrigada por esse sábado aimadíssimo, meninas! E que venham mais encontros!

Fotos cedidas (ROUBADAS) pela querida Camila Marqueshttp://camilamarqs.wordpress.com - futura publicitária, blogueira, vizinha e agora, parceira de aventuras!

*****

Blogroll da mulherada ponta firme aí de cima:

(Se eu não te listei por aqui e você estava por lá, GRITA que eu te ponho já no balaio!)


http://diadoahazo.blogspot.com/- @rlarisse – Roberta – Analista de sistemas, responsa, que arrasaaaaaa no esmalte!

www.nerdiva.com.br – @nerdiva – Tay – Nerd até umas horas, mas cheia de estilo!

http://www.vivoemsantoseadoro.blogspot.com/ – @vivosantosadoro – A fofa da Aline, moradora recente aqui de Santos, mais Santista que eu!

http://meudiariodeestilo.com.br – não sei a @, mas o blog é da estilosissima Grazi!

http://valeriajuda.blogspot.com/ – @valbernardo, uma doida, querida, cheia de tattoos e simpatia!

http://www.veetrine.com.br – @talitices, cheia de dicas quentes e um twitter que ARRASA!

http://comidascriativas.blogspot.com – @thainarocha – Thaina – que é escritora, trabalhadora…Uma loucura!

http://www.temqueservogue.com/ – @temqueservogue – Marcela  – que levou esmalte pra toda a mulherada e fez a alegria do lugar!

http://www.bemmulherzinha.com.br/ – Blog da Amanda! Que chegou atrasada no encontrinho, mas marcou presença cobrando seu blog por aqui!

sobre namorar.


Quem nunca namora adora falar sobre quem sempre namora. Que essas pessoas não conseguem ficar sozinhas, não sabem ser livres, que precisam ter alguém ao lado o tempo todo para se reafirmarem e blá blá blá. Todo esse falatório tem sua verdade, mas não absolutamente.

Eu gosto de namorar e quando me envolvo com alguém, via de regra, penso no potencial que essa pessoa tem de ser algo mais sério. Se meu prazer estivesse só em beijar na boca e em fazer sexo casual o compromisso não seria necessário, mas todos nós sabemos, inclusive os solteiros, que namorar não é só isso. Aliás, nos períodos em que estive solteira, aproveitei bastante, vira e mexe narro alguma aventura por aqui. Não me considero uma dessas pessoas que só sabe ser feliz com outra, mas também não condeno quem seja assim e não dou a mínima se é isso que você pensa. É preciso ter muito cuidado com aquilo que se diz por aí, porque entre parecer sensata e mal amada o que fica para os outros é a segunda opção. Quem namora não quer enxergar que está agindo errado e quem está solteiro, creio eu, não deseja passar essa impressão. Todo o namoro tem seus problemas e só sabe o que se passa por dentro deles quem os vive. Então, se o casal que por ventura você tenha como referência chega a dar dó, não generalize; nem todos os relacionamentos são assim.

É muito fácil sair por aí analisando os comprometidos como desesperados, é a mesma coisa que dizer que todos os solteiros são grandes frustrados, mal amados e medrosos. Que toda a brasileira é puta, ou que toda a loira é burra. Detesto generalismos. O que mais tem nessa vida é gente com medo de se envolver porque dói ou coisa do tipo ou porque não tem ninguém que valha a pena, já cansei de falar aqui.

“Namorar é uma escravidão, uma bobagem.”

Se você se identifica com essa frase, se é tão inútil e indiferente namorar, porque ficar perdendo tempo PENSANDO sobre isso a ponto de rotular relacionamentos como SEMPRE sendo ruins? Aí num dá.

Existem pessoas que tem medo de ficar sozinhas, eu tenho esse medo, mas não é por isso que eu namoro. Afinal, depois de ter vivido um sem número de relações frustrantes antes de chegar onde eu estou, aprendi que melhor que estar mal acompanhada, definitivamente, é estar só, sem temores, desesperos, sem me comprometer com o primeiro idiota que parecer se interessar. Se depois de comer o pão que o diabo amassou não me considerasse apta a escolher aquilo que me faz feliz apenas porque me faz feliz, sem nenhuma necessidade, não teria a menor credibilidade pra escrever por aqui.

Mas me digam, sinceramente, é realmente melhor desistir de tentar?

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