Posted by: Ericka Rocha on: 1 Fevereiro, 2010
Fui ver um filme com o George Clooney que eu não faço a menor idéia do nome. Na realidade, o assunto desse post não tem nada a ver com a história do filme em si; é que domingos à noite já são naturalmente reflexivos na minha vida e domingos à noite com um filme um tanto quanto dramático…Piores ainda.
Minha especialidade, eu acho, é falar sobre relacionamentos. Sempre fico me perguntando quando temos a certeza de que amamos alguém de fato, qual é o momento de casar, ter filhos, passar por todos os perrengues de ter uma família e também por todas as alegrias – das quais eu tenho a convicção que são insubstituíveis. Quem acompanha meu blog cansa de ler que certezas são algo na vida que nunca temos de fato, mas acredito que um dos sinais que nos faz pensar que encontramos o amor de nossas vidas é a admiração mútua. E também o quanto aquela pessoa muda pra melhor a sua vida de um jeito extraordinário.
Não sei se é porque estou na casa dos 22 quase 23 anos, mas ando com um desejo enorme de constituir coisas, ter mais solidez no emprego, ser mais segura de mim, construir certezas, sabe? Acreditava que esse fosse um desejo generalizado, mas não é. Conheço gente que não quer ter filhos, nem família e que acharia super bacana viajar e viajar sem ter um local fixo pra viver… Uma vida meio incerta. Definitivamente não é meu caso.
Quero casar com alguém que se interesse pela minha vida. Que saiba me escutar, rir e chorar comigo, me dar uma opinião sincera quando eu precisar e que eu seja capaz de fazer o mesmo por ela, não porque eu tenha as respostas certas sobre todas as coisas, mas porque eu tenho relevância em sua vida. Porque a minha opinião, meu apoio, meu suporte… Fazem diferença. Ou nas palavras de um amigo:
“Você é humana, demasiadamente humana… E mais importante: você é sincera. E tão sincera, entende tão bem o ser humano, e gosta e se dedica tanto à pessoa do seu lado, que você deseja que, no fundo, no fundo, ela faça o que na verdade você faria no lugar dela…”
Tô errada?
Posted by: Ericka Rocha on: 28 Janeiro, 2010
Pare e pense na sua vida amorosa: quantas pessoas você amou de verdade? Quais nomes, cheiros, histórias e momentos permanecem vivos em sua mente? Como num sonho bom? Tenho certeza que você, assim como eu, e como muitas outras mulheres se deixam levar pelo passado que não se foi. Por pessoas que deveriam ser esquecidas, mas permanecem lá, vivas, e por muitas vezes, atormentando nossas vidas. Os tais fantasmas.
Cada vez que um relacionamento termina ou quando os erros se repetem os fantasmas vem à tona. Parece que estão sempre lá, à espreita, querendo sugar da nossa mente a parte boa do presente em que vivemos. É incrível como nossa memória seletiva, juntamente com a força desses tais fantasmas, trata de limpar do cérebro tudo aquilo de ruim que aconteceu no passado, tentando provar por a+b que existiram erros, mas que os acertos, claro, foram bem mais fortes. Tudo bobagem. Caras amigas, venho aqui lhes dizer que somos enganadas toda a hora pelo nosso coração e, pior: magoamos quem mais amamos com isso.
Comparações são inevitáveis e eu não acho que falar sobre ex-amores deva ser proibido. Quanto mais comentamos sobre o que passou, mais forte nos posicionamos sobre àquelas coisas que não queremos que se repitam nos nossos relacionamentos atuais, acho triste quem tem vergonha do que viveu. É duro ficar evitando, negando, fugindo, fingindo que aquilo que está lá, tão latente, nunca existiu. O fingimento é o maior alimento fantasmagórico de que se tem conhecimento, porque num momento de fraqueza, solidão, num dia de chuva sem o namorado no final de semana ele vai lá e ZÁZ! Dá um houndhousekick na consciência.
Começam os dramas existenciais, os infindáveis questionamentos sobre estarmos ou não plenamente felizes, sendo que nem sabemos como é estar plenamente felizes; a felicidade plena só vai existir quando não houver problema algum, logo, é impossível. Aí, cara leitora, vêm os choros, as crises, tem aquelas que ligam pro ex, que pensam em voltar, que relembram os momentos (bons, sempre!) vividos… NÃO, NÃO, NÃO! Tá tudo errado! Quando vamos aprender que só podemos caminhar pra frente OLHANDO pra frente? Olhando pra trás não enxergamos as pedras no caminho e tropeçamos como retardadas mentais. Sabemos o que devemos fazer, já vimos na novela, nos filmes, no namoro da amiga, no casamento dos nossos pais… Poxa vida! Vamos parar de deixar os fantasmas nos atormentarem?
Acenda todas as luzes do seu cérebro, reze três ave marias, dois pai nossos, dê 35 pulinhos e repita para si: quem vive de passado é museu. E você, chega desse antiquário todo, porque essa poeira toda que você levanta dá uma alergia danada. Recado dado e lembre-se: a fila anda, mas não RODA.
Posted by: Ericka Rocha on: 29 Dezembro, 2009
Mais um final de ano, mais um pouquinho de mentiras pra si mesmo de que vai malhar, vai parar de tomar refrigerante, deixar de ser preguiçoso e exercitar a paciência constantemente. Aham.
Olha, não sei no mundo de vocês, mas tudo que vira obrigação, pra mim, não funciona. Essas promessas acima citadas eu repito mentalmente a cada 30 segundos durante todo o ano, e, como vocês mesmos podem constatar, não consigo realizar nenhuma delas sem bodiar uma hora ou outra.
E se a gente não vai mesmo realizar nada que planeja da forma que planeja porque insistimos em fazer listas e mais listas de metas? Não faz sentido. E eu, no final das contas, só lembro das coisas que não conquistei, sempre. E sem contabilizar as minhas conquistas no final de cada ano eu entro numa bad trip total me sentindo a pior pessoa da face da Terra, loser, ridícula, fracasso absoluto. E a TPM sempre ajuda nesse caso.
A gente deve mesmo é viver um dia de cada vez com metas diárias. Esse lance de realizações a longo prazo é uma barca furada sem remo e sem canequinha pra tirar a gente do afogamento, vai vendo.
E quer saber? Tendemos a desejar extamente aquilo que não precisamos. O ser humano, além de teimoso, é burro.
Posted by: Ericka Rocha on: 13 Dezembro, 2009
Um emprego, um grande amor, amigos presentes, sabor. Uma vida com alegria, animação, menos marasmo, correria, rotina e stress. Colorido. Um salário digno, uma família estruturada, um jantar de Natal. Paz de espírito. São tantos os desejos humanos que fica difícil saber, afinal, o que a gente precisa dentre todas as coisas que busca.
Aí nessas horas eu vejo o quanto eu sou feliz porque, JURO, de todos os desejos eu só não quero mais fracassar.
Me sinto responsável pela alegria de muitas pessoas, gosto de agradar. Gosto de trazer bom humor aos amigos ao meu redor, descontração, palavras de apoio, de repreensão quando preciso, gosto de ser do meu jeito, o ombro, o consolo, a força motriz da vida de gente que, de repente, já não vê mais graça das coisas. E eu sei, sei tão bem, que a vida é IMENSA e tão cheia de detalhes pra nos alegrar… Só precisamos estar atentos, olhar um pouco mais praquilo que nos rodeia e é tudo tão simples, tão puro, tão essencial…
Ao contrário do que dizem eu acho que é a INFELICIDADE que é opcional, não a felicidade. Desejar mais faz parte de ser humano, é o que nos move a acordar todos os dias, aguentar um chefe chato, pegar estrada, trânsito, fazer hora extra, perder o feriado de Carnaval, o sono, a paz do coração, o tempo com a família e muitas, MUITAS OUTRAS COISAS que não são agradáveis, mas que fazem parte da vida de pelo menos 6 bilhões de pessoas no planeta.
Mas essa angústia constante que nos inferniza, como se tudo que nos falta fosse mais importante do que aquilo que a gente tem, precisa morrer, sério. Ser infeliz corrói a alma, dá gastrite e câncer, faz a vida de todo mundo que a gente ama um pouquinho mais miserável junto com a nossa, como se a gente precisasse dividir a parcela de desgraça que nos consome.
Antes que alguém pense que eu sou a pessoa mais otimista e feliz do mundo, quero deixar bem claro que coloco no blog exatamente as coisas que eu mesma preciso ouvir, sabe? Como se estivesse dando conselhos pra mim mesma sobre coisas que ninguém saberia dizer da mesma forma. Coisas que eu sei, que eu preciso registrar pra lembrar de não esquecer e que repito incessantemente para quem eu acho que merece ser aconselhado.
Às vezes, o que me falta, é um clone de mim pra me agradar. E um pouco de juízo e dinheiro também não fariam mal.
Posted by: Ericka Rocha on: 9 Dezembro, 2009
“De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama.
De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente.
Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.”
Esse manja.
Posted by: Ericka Rocha on: 8 Dezembro, 2009
Em alguns meses a minha melhor amiga das amigas do mundo vai casar e se tem alguém no mundo diferente de mim, certamente essa pessoa chama-se Marta.
Resolvi escrever sobre ela nesse post porque nesse final de semana ela finalmente irá se tornar Engenheira de Produção e tenho certeza que esse será só o começo de uma longa e admirável caminhada. Admiro não somente a paciência que ela demonstra em praticamente todas as situações, mas também a fé, a persistência, a inteligência, o bom humor e a habilidade que ela possui em ser doce e gentil com todos que se aproximam dela.
Admiro o fato de ela ter vivido um namoro de anos real e à distância, sem traições. Admiro, principalmente, essa coisa dela acreditar mesmo que as coisas são pra sempre e fazer com que se tornem eternas, mesmo que na marra. Fico feliz por ela nunca ter me retirado do posto de melhor amiga nem quando eu mereci inúmeras e inúmeras vezes, mesmo eu sumindo por finais de semana consecutivos, mesmo eu não podendo ser a melhor madrinha do mundo, acompanhando em tempo real cada detalhe da cerimônia, mesmo nós sendo assim… Absurdamente almas opostas.
Admiro a força que ela teve estando longe dos amigos, da família e do namorado durante pelo menos quatro anos em São Carlos. Ô cidadedzinha, viu? Peloamor. Admiro-a porque em nenhum momento da vida ela demonstrou duvidar de Deus, nunca deixou de pregar aquilo que acredita, nunca se envergonhou em ser evangélica, casar virgem, noivar aos 22, nem nada, nenhuma dessas bobagens que tantas vezes passaram pela minha cabeça. Ah sim! E admiro-a por saber ficar a sós consigo mesma, sem sofrimentos, e mais INÚMERAS outras qualidades que se eu for pensar, não caberiam jamais num texto simples de uma jornalistazinha como eu.
Desejo e sei que a maior parte da vida dela será perfeita, desejo tudo de melhor de um jeito que as pessoas nos dias de hoje só conseguem desejar para si próprias. Desejo ser mais parecida com ela, mais certa das coisas, mais centrada, mais correta, mais leal e menos pessimista. Eu sou muito pessimista, sabe? E muitas tantas outras coisas entre medrosa, impulsiva, infantil, sonhadora (em excesso), paranóica, etc, etc.
Amiga, saiba que eu estarei ao seu lado durante toda a vida que nos restar e que essa seja longa, muuuuuuitoooooo longa. Que qualquer sentimento bom ou ruim você tenha sempre a liberdade de poder compartilhar comigo, que quando doer, você saiba onde procurar e quando não couber em você tanta alegria, você saiba com quem dividir. Amo-te, e é por pessoas como você que eu acredito que as pessoas podem sim, ser o melhor daquilo que existe dentro delas.
Com muito amor, carinho e saudades, que neste sábado serão finalmente elimadas,
Ericka.
Posted by: Ericka Rocha on: 25 Novembro, 2009
Relacionamentos: a parte mais complicada da vida.
Eu que achava que já tinha visto, vivido, presenciado um pouco de tudo, sempre me deparo com casos de querer matar ou morrer por amor no meu divã online.
Ele e ela são loucos um pelo outro. Ele e ela já perceberam que não conseguem viver um sem o outro. Ele e ela não podem ficar juntos porque ele e ela… Já tem outros alguéns na vida pra chamar de seus. Puta mundo injusto, não é?
E quando a vida prega dessas, como eu sempre costumo dizer, as pessoas tentam racionalizar os sentimentos. Tentam fazer a matemática da vida colocando todos os fatores em questão na maldita balança, que só serve mesmo pra desanimar gordinha em começo de dieta. Essa balança não existe, certo e errado não existem, chega uma hora em que nada mais existe.
E são sucessivos aborrecimentos, ciuminho daqui, ciuminho de lá, ligações escondidas, mensagens anônimas, consciência pesada, declarações, promessas… E os relacionamentos oficiais dos envolvidos vão ficando cada vez mais comprometedores, cada vez mais complicados, cada vez mais falsos. E cada vez menos desmembráveis, sufocantes… E os sentimentos de verdade vão pro bolso. Porque dizer a verdade dói muito mais que ser infeliz, às vezes.
O que fazer?
A Marina sempre diz que o importante na vida é ser feliz e não ter razão. Na verdade ela não diz exatamente isso ela se questiona, apenas: ser feliz ou ter razão? Porque, incrivelmente, parece impossível as duas coisas caminharem lado a lado.
“O coração tem razões que a própria razão desconhece.”
E lá vamos nós sermos mais um pouquinho infelizes dia-a-dia, mais filhos da puta, porque fazer o outro infeliz é muito, muito feio. Vamos casar por inércia, ter filhos por consequência e nos divorciarmos por desgaste.
E não há nada mais que eu possa dizer pra mudar isso.
Posted by: Ericka Rocha on: 15 Novembro, 2009
Se todas as confusões que afligem o nosso coração fossem escutadas com urgência e resolvidas racionalmente pelo nosso cérebro faríamos miseravelmente infelizes grande parte das pessoas que amamos.
Seria mais fácil ser um vegetal. Animais e racionais, além de instintivos, pensam demais.
Posted by: Ericka Rocha on: 18 Outubro, 2009
1 dia. 24 horas. 1440 minutos. 86400 segundos.
Tempo para acordar, comer e trabalhar. Tempo para rir, chorar, ou rir e chorar; talvez ser assaltado, talvez sofrer um acidente, talvez ganhar na mega sena. Talvez.
Tempo que pode mudar a vida da gente pra sempre, tempo longo pra quem está longe, tempo curto para estar perto. Tempo pra salvar pessoas ou arruiná-las. Tempo para ter tempo. Tempo para se perder no metrô, para chegar na aula, tempo de aula. Tempo para tomar café, bater um papo e… Opa! Lá estava eu perdendo tempo! Ah é. Tempo para viajar. Ir e voltar, ir e voltar, ir e voltar.
Tempo para a malhação, para subir na balança. Tempo pra ver que o tempo foi perdido.
Tempo em que a gente poderia ter feito. E poderia é pretérito imperfeito. Não tem esse nome à toa.
Tempo para escutar.
Tempo para decidir.
Tempo para executar.
Tempo para concluir.
Tempo. O meu artigo de luxo. Aquilo que eu corro atrás como num carrossel e às vezes acho que em vão. O tempo é bicho solto, senhor dele mesmo, cria braba das danadas. Anda de jatinho quando precisamos dele e de camelo quando queremos que ele nos atropele. Sempre falta tempo, falta tempo, falta tempo… Tic tac, tic tac, tic tac.
E o tempo passa e a gente com alma de criança acha que sempre o tempo atrás era melhor. Tolice.
O tempo é sempre o mesmo.
1 dia. 24 horas. 1440 minutos. 86400 segundos.
O que muda são as histórias pra contar.
Posted by: Ericka Rocha on: 19 Setembro, 2009
“Mas ontem eu recebi um telegrama (…) dizendo nêgo, sinta-se feliz…Porque no mundo tem alguém que diz…Que muito te ama, que tanto te ama, que muito tanto te ama que tanto te ama…” (8)
Hoje me deu um desejo enorme de ligar para todos os meus amigos e agradecer. Não sei porque, mas durante o meu tempo livre na aula de metodologia, percebi que eu tenho inúmeras pessoas com quem contar, pra quem ligar, sorrir, chorar, me divertir. Fiquei feliz.
Nunca padeci de solidão e não tenho o menor problema com relacionamentos. Achava que com todo mundo era assim, mas não é. Tem gente fechada no planeta Terra, viu? Ticontá. Gente que o santo num bate com o do outro, gente ruim, gente invejosa… E eu só vejo gente. Até com gente ruim eu me dou bem, doidera.
Gosto de pessoas, de ouví-las, alegrá-las, estar com elas pura e simplesmente por estar.E sabe que eu acho que tanto amor dado é retribuído? Porque estou longe (MUITO LONGE) de ser uma amiga perfeita. Aliás eu sou chata, tem dias que nem eu me aguento. E sou desligada também, desatenta, não dou presente de aniversário, ESQUEÇO aniversários, troco nomes, dou gafes, vira e mexe falo mais do que devo, falo alto, pego dinheiro emprestado e não pago, empresto dinheiro e depois não cobro, me perco se você me conta uma história longa, mas odeio ouvir 50 vezes a mesma história. Tem dias que eu estou frenética, outros em depressão. Aí resolvo beber, aí resolvo que nunca mais vou beber, nem falar palavrão, nem abrir a boca pra julgar ninguém. Aí faço tudo errado. Aí declaro aos 4 ventos que nunca mais vou ver fulano e em 3 dias já perdoei tudo que ele fez. Faço juras em vão, não cumpro prazos, falto em coisas que combino, combino mil coisas, na mesma hora, com diferentes pessoas e decido ficar em casa. Sou doida, às vezes terrível, de verdade. E ainda assim, me sinto a pessoa mais amada desse universo. Faz algum sentido?
Não preciso explicar minhas indecisões, traumas, falhas… Porque eles, os amigos, me conhecem até mais que eu e entendem que a Ericka é assim mesmo… Meio maluquinha.
Eu quero dizer mais que obrigada. Eu quero que tenham a certeza que se eu digo que gosto, é REAL, não é tipo.
Eu, geralmente, não consigo fazer tipo.
Quero que cada um, de Santos ou São Paulo, saiba que tem um espaço no meu coração e na minha vida, que é importante, que faz falta, que pode contar comigo. Que eu sou falha, eu sei que sou, mas sou uma amiga fiel, pronta a ajudar.
E tenho orgulho disso.
(E por favor, amigos queridos que lerem o post… Comentem?)