Um amor puro.

O olhar, os toques, a sensação de que nada mais importa no mundo, a sensação de ser a mais amada e querida dos mortais. O simples prazer de estar perto, as horas mais lentas do relógio. Os sussurros de amor e não de desejo. Uma noite agradável, sem stress, sem crises de ciúmes e com muito bom humor. Quanto tempo faz que eu não me sinto assim? Talvez mais de cinco anos. Talvez nem saiba direito o que é isso. Mas eu sei que existe, que é real e digo mais: dá pra SENTIR só de olhar.

Num mundo onde todo o tipo de relação está cada vez mais superficial, apreciar o outro além dos cinco sentidos me faz acreditar que ainda existe gente que acredite no amor – e lute por ele. Hoje saí com casais inspiradores que me fizeram pensar e concluir: é isso que eu quero pra mim. Não quero jogos, não quero esperar o telefonema no dia seguinte; quero ter a certeza de que quem está ao meu lado faz questão disso – sem eu pedir – sem surtos, cobranças, medos e tudo o mais.

Quero o amor livre que um dia eu tive, simpático, de bom coração, tolerante e paciente. Um amor daqueles de filme de comédia romântica, surreais e absolutamente possíveis. É pedir muito, eu sei. Mas se é pra destruir as amarras e se envolver, que valha a pena.

4 responses to this post.

  1. Posted by Paula Lette on 05/04/2009 at 16:48

    Vc leu a frase que eu postei no fotolog hoje? “O amor é livre! Não vive em gaiolas, não resiste às amarras. Se você ama alguém, deixe-o livre…para amar. Aquilo que a gente prende, quer sempre fugir de nós. Mas o que é livre é verdadeiramente nosso. O amor quer liberdade!!”
    Uma hora, cedo ou tarde, ele vem. Correndo, todo suado, rs. Pra mim e pra vc! ;] aaaaaamo demais vc.

    Responder

  2. Senti um medo incrível agora lendo seu post, pq o que vc deseja é muito parecido com o que vi ontem em uma.. comédia romântica..rs.

    Agora, falando sério, não só acredito como idealizo o amor da mesma maneira romântica que você, e talvez por isso eu quebre tanto a cara. Mas, como disse a protagonista do filme que vi ontem, prefiro continuar como sou, me envolvendo. Brincar de “robôzinho” ou se satisfazer apenas com jogos não é tudo. E, principalmente, não completa.

    Bjos

    Responder

  3. Posted by Bianca H. on 05/04/2009 at 22:49

    É bem isso o que eu penso… eu não gosto de jogos, não quero ter que ficar esperando o telefone tocar, não quero ter essa insegurança ao lado de alguém. Não quero, não preciso e tenho mais o que fazer nessa vida. Quero sinceridade, longas conversas, brincadeiras e total liberdade.

    Como a Lette disse: Se você ama, deixe livre. Deixar alguém preso a você não é amor, é obsessão, paixão, algo que te corrói e não te deixa viver.

    Um relacionamento é muito cansativo… #prontofalei.

    Responder

  4. Posted by Laila on 05/04/2009 at 23:17

    Ahhhhhhhhhh…deu erro e eu perdi td q tinha escrito…mas em suma…….
    Também odeio joguinhos e talvez desacredite em muitos momentos que existam homens do jeito que imaginamos e queremos…
    Não sei se nós que exigimos demais, ou se eles que nos dão de menos…hehehee
    Mas é isso ae…continuamos na procura….pq existe alguém assim……

    Responder

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: