Terapia de grupo.

Abri meu coração para as melhores amigas que alguém pode ter. Funcionou.

Incrível como às vezes precisamos ouvir coisas que já sabemos para nos convencer de que elas fazem mesmo sentido. Mais incrível ainda é perceber que, vez ou outra, todo mundo acaba sentindo mais ou menos as mesmas coisas e podendo aconselhar, consolar ou xingar se for preciso.

Ontem eu tava me sentindo um lixo, hoje nem estou mais. E daí se ele não morre de amores por mim? Uma hora ele pode vir a morrer, ou não, mas são riscos. Dos quais eu andava me privando de viver. Aliás eu sou uma medrosa, me jogo nas coisas, mas vivo montando colchões de ar por aí pra que a queda, quando ela existir, seja mais amena. Não adianta. Já que eu estou envolvida até o pescoço vou mais é continuar aproveitando, sonhando, planejando e vivendo o que existe porque tá bom por demais da conta. E mais: nunca estive tão feliz e tranquila com alguém.

Continuo com medo. Continuo pensando no que mais eu posso fazer para ser melhor, incrível, única, apaixonante! Mas com a total noção de que mesmo que eu faça tudo, não há nada que eu posso fazer.

E é isso aí, né? Controlar o incontrolável é coisa de Deus.

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